Principais dúvidas sobre betaterapia

>Principais dúvidas sobre betaterapia

As regiões do corpo mais procuradas são: pós cesária, abdominosplastia, mamoplastia de aumento, mamoplastia de redução, lobo da orelha (geralmente devido a furo de brincos), cicatriz para correção de “orelha de abano”, entre outras cicatrizes.

Os profissionais (técnicos ou tecnólogos) na área de radiologia devem estar capacitados para a operação destes equipamentos, pois não podemos esquecer que são emissores de radiação. Por isso, sempre procure uma instituição especializada para tal procedimento e com profissionais especializados. O médico deve ter autorização junto a ANVISA para prescrever este tratamento.

Não, mas lembre-se que o tempo entre a cirurgia e o início da Betaterapia deve ser respeitado.

O tempo da seção vai depender do tamanho da cicatriz ou quantidade de cicatrizes. Por exemplo, numa cicatriz de 20 cm, teremos que encostar a placa 10 vezes, por 2 minutos, aproximadamente cada vez. Neste caso, seriam 20 minutos de terapia mais o tempo de o paciente se arrumar.

Geralmente são indicadas 6 a 10 sessões. A avaliação do tratamento e a delimitação da região a ser tratada são feitos por um Radioterapeuta, ou seja, um médico com especialização em Radioterapia.

Para entender mais sobre esta modalidade de tratamento, a betaterapia é a terapia com partículas beta (β) usada para tratamento de lesões superficiais de menos de 3 milímetros de profundidade.

Os aplicadores βeta são constituídos de placas metálicas plana, quadrada de dimensões de 2x2cm² (figura) no qual o material radioativo estrôncio 90 (Sr90), emissor de partículas β, é depositado na sua superfície.

O tratamento consiste do contato desta placa plana ao longo de toda a cicatriz e deve ser realizado até três dias após a cirurgia. Quanto antes se inicia o tratamento, maiores são as chances de sucesso do tratamento.