betaterapia

Betaterapia e Eletronterapia para queloide

Soluções para prevenção e tratamento de queloide de forma segura, eficiente e indolor.

Prevenir Queloide e Cicatriz Hipertrófica

O Centro Oncológico Mogi das Cruzes tem um setor específico para tratamento preventivo de queloides e cicatrizes hipertróficas, em ambos os casos pós-cirúrgicas.
Os tratamentos oferecidos são a betaterapia e a eletronterapia (profilaxia com feixe de elétrons).
Seja após uma cesárea, retirada de pintas, cirurgias plásticas em qualquer parte do corpo ou mesmo a retirada de um queloide que já se formou e quer-se evitar que ele se forme novamente, a irradiação pós-cirurgia é uma técnica eficaz na prevenção de queloides e cicatrizes hipertróficas.
A irradiação pode ser realizada com:
• Feixes de partícula beta(β) (a placa de betaterapia)
• Profilaxia com feixe de elétrons

O que são Queloide e Cicatriz Hipertrófica que podem ser tratadas com Betaterapia Dermatológica

São cicatrizes com excesso de tecido (pele), que se formam com uma aparência indesejada e podem aparecer depois de um corte ou machucado.

Pele sem marcas com prevenção e tratamento!

Hoje é possível prevenir e tratar queloides e cicatrizes hipertróficas com a Betaterapia e a Eletronterapia, tratamentos que utilizam energia emitida por feixes de elétrons. São usados há mais de 40 anos e reconhecidos cientificamente pela Sociedade Brasileira de Dermatologia como terapias mais eficazes contra a formação de queloides e de cicatrizes hipertróficas, com prevenção de 70% dos casos.
fonte: sbdrj.org.br/queloide-ou-cicatriz-hipertrofica

Quais são os tipos de radiação usados?

Betaterapia Dermatológica e Oftálmica

Este tratamento utiliza a energia emitida por elétrons que previnem o aparecimento de queloide e da cicatrização hipertrófica. Com os mesmos princípios da Radioterapia, permite um resultado extremamente eficaz para tratamento de lesões superficiais de menos de 3 milímetros de profundidade.
Como funciona:
Os aplicadores betaterapia são constituídos de placas metálicas plana, quadrada de dimensões de 2x2cm² no qual o material radioativo estrôncio 90 (Sr90), emissor de partículas beta, é depositado na sua superfície. O tratamento consiste do contato desta placa plana ao longo de toda a cicatriz e deve ser realizado logo após a cirurgia. Quanto antes se iniciar o tratamento, melhores serão os resultados.

Eletronterapia (Profilaxia com feixe de elétrons) apenas Dermatológica

Os elétrons são feixes de radiação superficial, que também são utilizados para lesões benignas como, por exemplo, a prevenção de queloides. A penetração do feixe de elétrons é maior – a partir de 5 milímetros ou mais, a fim minimizar a falha (recidiva) do tratamento já que a placa permite a penetração em apenas 3 milímetros de tecido. Nosso acelerador linear possui 6 energias de elétrons, podendo-se escolher a profundidade de penetração que pode variar de 0,5cm até 4,0cm. Para este tipo de tratamento escolhe-se, no máximo 1 cm de penetração do feixe. Isso vai depender do diagnóstico do radioterapeuta. O feixe é delimitado por um bloco de metal que é posicionado acima do paciente.Também deve ser realizado logo após a cirurgia .

A Eletronterapia pode ser melhor que a Betaterapia

A SBD Sociedade Brasileira de Dermatologia comenta que radioterapia é o tratamento mais eficaz para evitar queloides

“A modalidade de tratamento que alcançou os menores índices de recidiva foi a radioterapia percutânea pós-operatória,23 com taxas de 2-36%”

Ainda segundo a SBCD  :

“A irradiação com feixe de elétrons é superior à betaterapia […].”

Veja a Conclusão Completa

“A associação de cirurgia e radioterapia com elétrons no
pós-operatório imediato é a modalidade de tratamento que
apresenta melhor tolerância, com mínimos efeitos indesejáveis
e com menores índices de recidiva, no esquema de 300 cGy/
dia, em 8 sessões. Nenhum caso de malignidade foi observado.
A radioterapia com elétrons é mais efetiva que a betaterapia
para o tratamento de queloides, devido à melhor distribuição
da dose no tecido.”

fonte

http://www.surgicalcosmetic.org.br/Content/imagebank/pdf/v1/1_n2_14_pt.pdf

queloide

Cicatriz Hipertrófica

Acelerador com elétrons

Acelerador Linear pra Eletronterapia

Cicatriz Hipertrófica

Queloide

Queloide na Orelha

Queloide na Orelha

Placa para Betaterapia Dérmica

Placa para Betaterapia Dérmica

Placa para Betaterapia Oftálmica

Placa para Betaterapia Oftálmica

Os convênios e operadoras de saúde cobrem betaterapia.

Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS – https://www.ans.gov.br/)  regulamenta e fiscaliza a atividade das operadoras. A betaterapia pode ser coberta pelas operadoras em várias situações por estar prevista no Rol da ANS. Isto vale também para a betaterapia oftálmica.

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A Betaterapia e Eletronterapia são tratamentos profiláticos , significa que , quando feitos adequadamente, podem impedir o aparecimento de queloide. Se a queloide já existe deve ser retirada cirurgicamente e então se faz Betaterapia ou Eletronterapia. Se o paciente sabe que tem tendência a queloide Betaterapia ou Eletronterapia devem ser feitos preventivamente, antes que o queloide apareça.

A betaterapia é um tipo específico de radioterapia que usa fontes naturais (em geral estrôncio 90) para geral elétrons de baixa energia. Estes elétrons agem superficialmente sendo indicado para prevenir queloides.

Ambas são tratamentos por elétrons, sendo a betaterapia tratamento de contato na região da cicatriz realizado com uma plaquinha radioativa (Estrôncio-90), a eletronterapia sem contato feita no acelerador linear. Ambas são feitas em dias alternados, com média de 6 a 10 sessões.

Apesar de serem indicadas por várias especialidades como dermatologia e cirurgia plástica betaterapia e eletronterapia devem ser prescritas pelo Radio-Oncologista.

Existem algumas vantagens da irradiação de cicatrizes com elétrons, se comparada à placa de Betaterapia:
– Tempo de irradiação: a placa tem apenas 2 cm. Sendo uma cicatriz de 20cm, a placa terá que ser colocada , por exemplo, 10 vezes na paciente até varrer toda a cicatriz. Com o feixe de elétrons, confeccionamos a placa no formato da cicatriz e disparamos um feixe apenas para cada região.
– Para a terapia no acelerador linear podemos confeccionar o tamanho e formato necessário, acompanhando a excisão realizada pelo cirurgião.
– Penetração do feixe: a placa permite a penetração em apenas 2 milímetros de tecido, já com os elétrons consegue-se uma penetração a partir de 5 milímetros ou mais, a fim minimizar a falha (recidiva) do tratamento.

Ambos são  indolores e não oferecem riscos ao paciente. São totalmente seguros, uma vez que a penetração da radiação é limitada. Para ter um efeito mais eficaz, o procedimento deve ser iniciado no dia seguinte ao da cirurgia. Quanto antes iniciar a terapia, melhor poderá ser o resultado.

Além de uma vermelhidão na área tratada e ao seu redor, que some pouco tempo depois,  não existem outros efeitos colaterais significativos.

Não. O procedimento é totalmente seguro. A radiação emitida pela placa de estrôncio penetra apenas alguns milímetros da pele. Vale destacar que a Eletronterapia é um método seguro e a literatura não descreve efeitos deletérios se o procedimento for realizado em clínicas especializadas como  o Centro Oncológico Mogi das Cruzes.

O Valor dependerá do tamanho de da quantidade de regiões; assim o preço para betaterapia só pode ser avaliado após consulta com o Radio-Oncologista.

Não. A Betaterapia e a Eletronterapia são usadas para evitar que as queloides apareçam. De nada adianta aplicar Betarepia sobre a queloide já formada.

Se já existem as queloides devem ser retiradas cirurgicamente e em seguida deve ser realizada a betaterapia.

Mas, para alcançar os resultados esperados, a betaterapia deve ser iniciada até 48 horas após a cirurgia.

A Betaterapia também pode ser útil no tratamento para fibrose pós Lipo e Abdomenoplastia.

As regiões do corpo mais procuradas são: pós cesária, abdominosplastia, mamoplastia de aumento, mamoplastia de redução, lobo da orelha (geralmente devido a furo de brincos), cicatriz para correção de “orelha de abano”, entre outras cicatrizes.

Os profissionais (técnicos ou tecnólogos) na área de radiologia devem estar capacitados para a operação destes equipamentos, pois não podemos esquecer que são emissores de radiação. Por isso, sempre procure uma instituição especializada para tal procedimento e com profissionais especializados. O médico deve ter autorização junto a ANVISA para prescrever este tratamento.

Não, mas lembre-se que o tempo entre a cirurgia e o início da Betaterapia deve ser respeitado.

O tempo da seção vai depender do tamanho da cicatriz ou quantidade de cicatrizes. Por exemplo, numa cicatriz de 20 cm, teremos que encostar a placa 10 vezes, por 2 minutos, aproximadamente cada vez. Neste caso, seriam 20 minutos de terapia mais o tempo de o paciente se arrumar.

Geralmente são indicadas 6 a 10 sessões. A avaliação do tratamento e a delimitação da região a ser tratada são feitos por um Radioterapeuta, ou seja, um médico com especialização em Radioterapia.

Para entender mais sobre esta modalidade de tratamento, a betaterapia é a terapia com partículas beta (β) usada para tratamento de lesões superficiais de menos de 3 milímetros de profundidade.
Os aplicadores βeta são constituídos de placas metálicas plana, quadrada de dimensões de 2x2cm² (figura) no qual o material radioativo estrôncio 90 (Sr90), emissor de partículas β, é depositado na sua superfície.
O tratamento consiste do contato desta placa plana ao longo de toda a cicatriz e deve ser realizado até três dias após a cirurgia. Quanto antes se inicia o tratamento, maiores são as chances de sucesso do tratamento.